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Plano de Racionamento do Governo |
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| Economizando no seu Micro | ||
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Economizando nos Eletrodomésticos |
De quem é a culpa da necessidade de racionamento de energia? Responder |
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Entenda o plano de racionamento |
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A ARBRITARIEDADE DO GOVERNO RESUMINDO O PLANO DO GOVERNO
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Meta do Governo: Redção em 20% sobre o consumo médio de maio, junho e julho de 2000 |
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Punições: |
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1)Cortes: |
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2)Multa: |
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Exemplo: |
*Valor médio do kWh em São Paulo, já
com imposto. Não considera as faixas de consumo que diferenciam a tarifa
A
ARBRITARIEDADE DO GOVERNO
O governo federal vai cortar o fornecimento de energia por três dias no para
consumidores residenciais que não cumprirem a meta de economia de 20%. Em caso
de reincidência, o corte será de seis dias. Não haverá apagão de imediato,
segundo o governo.
Quem gastar até 100 kWh por mês (o equivalente a R$ 24 em uma conta de luz em
São Paulo), não será multado nem terá de cumprir cota de consumo. Para esses
consumidores, cada real economizado na conta equivalerá a R$ 2 de crédito.
Para quem gastar mais de 100 kWh, mas tiver reduzido em 20% ou mais sua média
de consumo (comparando com a média de maio, junho e julho de 2000), o bônus
será de R$ 1 para cada real economizado.
Para quem gastar até 200 kWh por mês, a tarifa permanece inalterada. Quem
consumir até 500 kWh por mês, mesmo que economize o estabelecido pela meta,
pagará a mesma tarifa que antes. Quem não conseguir reduzir o consumo (entre
201 kWh e 500 kWh) receberá multa de 50%. Acima de 500 kWh, a multa será de
200%.
No comércio, o corte no consumo deverá ser de 20%. Na indústria, o corte terá
de ser de 15% a 25%. O consumo acima da meta será cobrado com base no preço de
atacado de energia e também estarão sujeitos a corte de fornecimento.
"Esta é a verdade. Quem está sendo penalizado é uma parcela muito
pequena da população", afirmou o ministro Pedro Parente (responsável
pela administração da crise de energia no país).
A multa na conta de luz para quem não economizar energia elétrica será de até
200%. A multa, que o governo federal prefere chamar de sobretaxa, é uma das
medidas anunciadas no plano de racionamento de energia.
A sobretaxa de até 200% poderá ser calculada com base no consumo médio de
maio, junho e julho de 2000. As medidas vão atingir as regiões Sudeste,
Centro-Oeste e Nordeste.
A meta vai valer de junho até o final do racionamento, previsto para novembro.
Ela valerá também para a indústria e o comércio, exceto nos casos em que
houver negociação direta com o governo federal ou com as distribuidoras de
energia. Com isso, o governo espera evitar os apagões.
A sobretaxa para residências será diferenciada. Até 100 kWh/ mês, o
consumidor estará isento e terá direito a bônus, caso reduza o consumo além
dos 20%.
Entre 201 kWh/mês e 500 kWh/mês, o consumidor residencial pagará 50% a mais
do que a tarifa normal no que exceder sua meta.
Quem tinha um consumo médio de 500 kWh/mês entre maio e julho de 2000 terá
como meta consumir até 400 kWh (uma economia de 20%). Se conseguir isso, não
pagará taxa extra. Caso mantenha o consumo médio, pagará sobretaxa só sobre
100 kWh.
Se reduzir o consumo para 450 kWh, esse consumidor pagará a sobretaxa de 50%
sobre os 50 kWh que excederam sua meta de redução. A regra se aplica também
para a faixa de consumo acima de 500 kWh/mês, na qual a sobretaxa será de 200%
sobre o que exceder a meta. Nos dois casos, uma redução no consumo acima de
20% dará direito a bônus.
Na primeira etapa do racionamento, o governo decidiu abandonar a proposta de
adotar apagões, mas a medida não está descartada numa segunda fase caso o
consumo não caia.
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Entenda
o Plano de Racionamento do Governo |
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Webmaster: profemilson@uol.com.br Atualização: 08/02/2008 |
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