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CHE GUEVARA

CUBA - SEU PAÍS POR OPÇÃO
 
País das Antilhas
É formado por uma grande ilha e por mais de 1.600 ilhotas. As ilhas menores são pouco habitadas, com exceção da ilha de Pinos. Havana é a capital e maior cidade do país.

Cuba é uma das mais belas ilhas das Antilhas. Os cubanos chamam seu país de
Pérola das Antilhas . Montanhas e colinas cobrem cerca de 1/4 da ilha. O resto de Cuba consiste sobretudo em suaves elevações e imensas pastagens. Tem um litoral magnífico, marcado por enseadas profundas, praias arenosas e coloridos recifes de coral.

Cuba tem uma longa história de luta pela independência e pelas reformas sociais. Durante quase 400 anos, o país foi dominado pela Espanha. Durante esse período, muitos cubanos perderam a vida em revoltas que visavam livrar o país do domínio espanhol. Em 1898, os Estados Unidos da América ajudaram a derrotar a Espanha na luta de Cuba pela independência. A Espanha desistiu então de qualquer reivindicação em relação a Cuba, e um governo militar dos E.U.A. administrou a ilha até 1902. Na década de 1930, Cuba passou a ser dominada por um ditador, Fulgencio Batista. Em 1959, Fidel Castro, juntamente a um grupo de revoltosos, depôs Batista. Posteriormente, estabeleceram um governo socialista, com Fidel Castro como primeiro ministro. Atualmente, o governo cubano está bastante centralizado, e Castro tem um forte domínio sobre sua política. O governo só permite um partido político, o Partido Comunista Cubano.

O governo de Castro proporciona muitos benefícios para o povo, inclusive assistência médica e instrução gratuitas. Por outro lado, a economia ainda está em fase de desenvolvimento. As tentativas do governo para aumentar a produção agrícola estão aos poucos surtindo efeito.

As relações entre Cuba e os E.U.A. tornaram-se tensas logo após a revolução de Castro. Em 1961, os E.U.A. cortaram relações diplomáticas com Cuba, mas mantêm uma base naval na baía de Guantánamo. Os líderes cubanos ressentem-se da presença da base, mas os norte-americanos se recusam a sair de Guantánamo. Em 1962, os E.U.A. implantaram um bloqueio econômico a Cuba e expulsaram o país da OEA. Outro fato marcante ocorrido no período foi a execução do revolucionário "CHE" Guevara, que juntamente com Fidel Castro tentava implantar uma política de esquerda na América Latina e em outros continentes. "CHE" Guevara morreu na Bolívia após tentar dar seqüência ao movimento revolucionário nesse país. Todos os países capitalistas adotaram o embargo. O Brasil rompeu relações diplomáticas com Cuba em 1964. Em 1972, Cuba, grande aliada da U.R.S.S., principalmente por sua posição geográfica, ingressou no COMECON com grandes previlégios comerciais, principalmente na importação de petróleo.

A economia cubana ficou diretamente ligada ao desenvolvimento soviético, principalmente pelo vultoso número de importações que a potência socialista desenvolvia na ilha de Fidel.

A entrada de Mikhail Gorbachev na U.R.S.S., em 1985, proporcionou radicais cortes na economia de seu país, afetando diretamente as bases cubanas, principalmente por sua total dependência em relação aos russos.

A intensificação da crise socialista, principalmente no ano de 1991, através do racionamento de petróleo, proveniente da U.R.S.S., colocou Cuba em situação delicada, já que neste mesmo ano a política de segregação econômica à ilha, iniciada pelos Estados Unidos tornou-se mais dinâmica, obrigando o governo local a desenvolver normas liberais em relação ao mundo capitalista, tentando desesperadamente reverter o quadro social.

Em 1996, a situação política entre Cuba e Estados Unidos, tornou-se mais fragilizada, após a derrubada de aviões civis norte-americanos por Migs cubanos. Neste mesmo ano, os Estados Unidos implantam a lei Hellms-Burton que proibiu empresas e países capitalistas a investirem em Cuba, causando divergências internacionais, principalmente por parte do Canadá e países da Europa Ocidental interessados na região.

Fidel Castro tenta hoje, através de uma política diplomática mundial, reverter os embargos econômicos e retratar o comércio externo. A visita do Papa João Paulo II à Cuba, no final de 1997, foi vista como um grande avanço em relação à política externa desenvolvida pelo regime de Fidel Castro.

Governo
De acordo com a Constituição de Cuba, adotada em 1976, o país é um Estado socialista e uma
república . Pela Constituição de Cuba, o Partido Comunista "é o mais alto poder do Estado e da sociedade". O partido é liderado por Fidel Castro e tem cerca de 200 mil membros.

O Governo cubano tem dois objetivos principais: (1) desenvolvimento econômico da nação e (2) igualdade econômica social entre o povo. O desenvolvimento econômico enfrentando certas dificuldades. Mas, apesar disso, o governo fez muitos progressos em direção à sua meta de igualdade econômica e social.

Governo Federal
A mais alta posição no governo de Cuba é a do presidente do Conselho de Estado, que é tanto chefe de Estado como chefe de governo. O presidente do Conselho de Estado também preside o Conselho de Ministros, que promulga leis, dirige as repartições públicas e conduz a política externa de Cuba. O Conselho de Estado tem o poder de aprovar leis especiais, chamadas
decretos-leis, quando a legislatura do país está em recesso. Todos os decretos-leis estão sujeitos a revisão e aprovação do legislativo.

O legislativo de Cuba é chamado Assembléia Nacional do Povo com 589 membros para um mandato de 5 anos realizando anualmente duas sessões regulares. Pode também ser chamada a reunir-se em sessões especiais pelo Conselho de Estado. A Assembléia Nacional elege de seu quadro os 30 membros do Conselho de Estado, inclusive o presidente. O presidente, então, com a aprovação da Assembléia Nacional, indica os membros do Conselho de Ministros.

Governo Estadual
Cuba é dividida em 14 províncias, que por sua vez são subdivididas em cerca de 170
municipalidades. Uma dessas municipalidades, a ilha de Pinos, não pertence a qualquer província e fica sob a responsabilidade direta do governo federal. Cada província e municipalidade sua própria assembléia, que promulga leis locais e administradores.

Os cidadãos cubanos acima de 16 anos têm o direito de votar. O povo elege os membros das assembléias municipais para mandatos de dois anos e meio. As assembléias municipais de uma província elegem os delegados da assembléia provincial. Alguns delegados provinciais também se tornam deputados da Assembléia Nacional.
Judiciário.
A Corte Suprema do Povo é a mais alta corte de Cuba. A Constituição estipula o estabelecimento de cortes adicionais e a eleição de juízes pela assembléia naval, provincial ou municipal da área na qual a corte tem jurisdição.

Forças Armadas
Cuba tem um dos mais numerosos e bem equipados exércitos da América Latina. Cerca de 200 mil homens servem nas forças regulares do país, e aproximadamente 100 mil homens e mulheres pertencem à reserva do Exército cubano. As Forças Armadas realizam muitos serviços que não são de caráter militar, como ajudar na colheita da cana-de-açúcar e na limpeza dos campos de cultivo. Os cubanos são obrigados a um serviço militar de três anos após ter sido completada a idade de 15 anos, a menos que se apresentem voluntariamente para trabalhar em atividades agrícolas.

Povo
População e Descendência
Cuba tem uma população mais de 11.100.000 habitantes. Cerca de 3/5 população vivem nas cidades. Havana, a capital e maior cidade do país, tem mais de dois milhões de habitantes. Outra cidade, Santiago de Cuba, tem mais de 400 mil habitantes.

Mais de 500 mil cubanos deixaram o país desde a revolução de 1959. A grande maioria dessas pessoas era composta por comerciantes, funcionários públicos e profissionais liberais. Quase todos mudaram-se para os E.U.A., mas alguns se estabeleceram no México, em Porto Rico e na Espanha.

De acordo com registros cubanos, cerca de 75% da população é formada por brancos de origem espanhola. Quase todo o resto da população é de negros e mulatos. Mas muitos habitantes registrados como brancos são de descendência mestiça. A maioria dos cubanos fala espanhol, mas algumas pessoas, especialmente nas cidades, também falam inglês. Alguns negros também falam uma língua africana chamada
ioruba .

Modo de Vida
Mais de 40% dos cubanos vivem no setor rural. Muitos deles são pobres. Antes da revolução de Castro, o governo de Cuba empregava grande parte dos recursos econômicos do país para tornar Havana um dos mais luxuosos e procurados centros turísticos do mundo. Mas pouco foi feito para melhorar o nível de vida nas zonas rurais, onde muitas pessoas viviam de raízes, cana-de-açúcar e outras plantas. Atualmente, o governo de Castro desviou sua atenção de Havana e despende enormes somas para fornecer alimento, moradia e instrução para as populações rurais.

Cuba sofre de uma enorme falta de habitações. O governo construiu muitas habitações, mas ainda não conseguiu atender à demanda.

Embora alguns alimentos sejam racionados, os cubanos alimentam-se relativamente bem. As crianças recebem um litro de leite por dia, e os trabalhadores têm, diariamente, uma ou duas refeições grátis em seus empregos.

Os cubanos têm um enorme amor à pátria e às suas tradições. Além disso, o governo incentiva entre o povo um forte sentimento de nacionalismo. Em todo o território cubano encontram-se cartazes imensos e anúncios luminosos com o lema
Patria o Muerte , Venceremos (Pátria ou Morte, Venceremos).

A maioria dos cubanos gosta de cantar e dançar, especialmente a alegre música folclórica da ilha. As danças populares de Cuba incluem o chá-chá-chá, o mambo e a rumba. Os cubanos são também grandes apreciadores dos esportes. Entre os seus favoritos destacam-se o beisebol, o basquete, a natação e as corridas a pé.

Educação
As leis cubanas exigem que as crianças freqüentem a escola pelo menos por seis anos. O ensino é controlado pelo governo e é gratuito. Milhares de estudantes freqüentam as escolas primárias e secundárias. Aproximadamente 35 mil jovens ingressam nas três universidades nacionais, localizadas em Havana, Santa Clara e Santiago de Cuba.

O governo estabeleceu vários programas de educação para adultos. No início da década de 1960, recrutou estudantes para alfabetizar os cubanos que não sabiam ler e escrever. Posteriormente, foram criados outros projetos educacionais, que aumentaram muito o número de cubanos que chegavam a terminar a escola primária. Muitos adultos freqüentam escolas noturnas e cursos profissionalizantes.

Religião
A grande maioria dos cubanos é católica. Mas a religião nunca foi importante em Cuba e poucas pessoas freqüentam a igreja regularmente. O governo tomou conta de quase todas as escolas que eram dirigidas por religiosos.

Alguns cubanos são adeptos da
santería , uma religião que mistura ritos tribais africanos com cerimônias católicas. Os cubanos que seguem esta religião consideram-se católicos. Acreditam que os santos católicos representam os deuses africanos. Outras religiões que têm alguns seguidores em Cuba são a episcopal, a das testemunhas de Jeová e a metodista.

Artes
O governo cubano dá grande apoio financeiro às artes e patrocina balés, peças teatrais e outras atividades culturais, que são oferecidas gratuitamente ao povo. O governo também proporciona bolsas de estudo aos jovens talentosos no Cubanacan, um centro de belas-artes em Havana. A
Casa das Américas , uma companhia editora do governo, é o centro da atividade literária. Publica uma revista literária e romances, livros de poesia e livros didáticos. Faz anualmente um concurso literário com participação de representantes de todos os países da América Latina.

As obras de muitos grandes escritores cubanos atacaram a injustiça política e social. No séc. XIX, a luta de Cuba pela independência do domínio espanhol serviu de inspiração para José Martí e Rafael Mendive. No séc. XX, o poeta Nicolás Guillén, o romancista Alejo Carpentier e outros escritores descreveram os sofrimentos das classes mais baixas. Também nesse século, Fernando Ortiz tornou-se famoso por seus ensaios sobre a cultura africana e as indústrias do açúcar e do fumo. Desde a revolução de Castro, vários jovens escritores tornaram-se conhecidos. 

Entre esses destacam-se o poeta Herberto Padilla e o romancista Edmundo Desnoes. O governo impõe poucas restrições aos autores cubanos. Mas muitos cubanos ligados ao governo criticaram a falta de temas revolucionários na obra dos escritores.

No séc. XX, escultores e pintores cubanos produziram obras de destaque. Dentre os escultores mais conhecidos incluem-se Teodoro Ramos Blanco e Juan José Sicre. Os pintores tornaram-se conhecidos por suas paisagens e retratos da vida cotidiana, destacando-se Wilfredo Lam e Cundo Bermúdez.

Os compositores cubanos demonstram influências tanto africanas quanto européias. Para obter o ritmo peculiar da música cubana, utilizam campainhas, garrafas, castanholas e tambores. Dentre os compositores famosos do séc. XX destacam-se José Ardévol e Alejandro García Caturla.

A Terra
Cuba fica situada cerca de 140km ao sul de Key West, na Flórida. A ilha de Cuba é a maior e mais ocidental das Antilhas. O arquipélago cobre uma área de 114.524km².

Relevo
Cuba tem uma paisagem variada. Montanhas e colinas cobrem cerca de 1/4 da ilha. O restante consiste principalmente em elevações suaves, planícies onduladas e enormes e férteis vales.

Tem três cadeias principais de montanhas: a serra dos Órgãos, a noroeste; a serra de Trinidad, ao centro; e a serra Maestra, a sudeste. O ponto culminante de Cuba com 1.994m, é o pico Turquino, na serra Maestra. Densas florestas de pinheiros cobrem as regiões montanhosas do sudeste de Cuba.

Entre as cadeias de montanhas existe excelente terra agrícola, além de verdes pastagens. O solo fértil consiste principalmente em barro vermelho. No centro e no oeste de Cuba existem áreas arenosas. Ao longo do litoral, encontram-se faixas de planícies e alagados. Na parte central de Cuba existem algumas colinas de pedra calcária e grandes cavernas.

Rios
Cuba tem mais de 200 rios e riachos. Em sua maioria são de pequena extensão, estreitos e pouco profundos, não permitindo a navegação. O rio mais extenso, o Cauto, corre por cerca de 240km através do sudeste do país. É navegável em apenas 121km. Muitos rios e riachos das regiões montanhosas têm quedas-d'água.

Litoral e Ilhas
O litoral cubano tem 3.380km de extensão. É marcado por enseadas profundas e praias arenosas recortadas por recifes de coral e escarpas. Existem cerca de 200 baías ao longo da costa; quase todas têm entradas estreitas que protegem a área interna contra ventos e ondas grandes baías mais importantes são as de Havana e Nuevitas, e no litoral sul as de Cienfuegos, Guantánamo e Santiago de Cuba.

Mais de 1.600 ilhotas circundam a ilha de Cuba. A maior, ilha de Pinos, fica situada a cerca de 64km ao largo da costa sudoeste. Tem uma área aproximada de 3.056km². A ilha é coberta por florestas ao norte e ao sul, e por pântanos no centro.

Clima
Cuba fica situada na região tropical setentrional e tem um clima semitropical. A fresca brisa marítima do nordeste no verão, e os ventos quentes do sudeste, no inverno, proporcionam à ilha um clima ameno durante todo o ano. A temperatura varia de 21°C no inverno a 27°C no verão No interior existe uma variação mais acentuada na temperatura do que no litoral, embora raramente vá abaixo de 10°C no inverno e acima de 32°C no verão. Às vezes ocorrem geadas nas montanhas.

Cuba tem uma estação seca e uma estação de chuvas. A estiagem vai de novembro a abril e a época das chuvas, de maio a outubro. O país tem uma média pluviométrica de 1.370mm por ano. Durante o verão são freqüentes os fortes temporais. Cuba atravessa períodos ocasionais de seca durante os quais a chuva não é suficiente para produzir bastante sumo na cana-de-açúcar. O açúcar é proveniente deste sumo.

Violentos furacões atingem a ilha com freqüência, em particular na metade ocidental, durante agosto, setembro e outubro. Às vezes os fortes ventos destroem casas e colheitas, produzindo ondas imensas que inundam as planícies costeiras.

Economia
O governo é responsável pelo planejamento e controle da economia de Cuba. É proprietário de todas as indústrias, bancos e pequenas empresas comerciais, além de 70% das terras destinadas à agricultura. O restante dessas terras é de propriedade privada.

No início da década de 1960, o governo começou um programa de industrialização do país. Esse programa teve um sucesso apenas parcial, devido à falta de fundos e de matéria-prima. O governo então voltou-se para a agricultura, especialmente para a produção de açúcar. Em 1972, Cuba passou a integrar o mercado comum comunista, conhecido como COMECON, e tornou-se muito dependente da União Soviética. Durante o governo do presidente Mikhail Gorbachev, houve uma redução da cooperação soviética, que se extinguiu em 1991, com a dissolução da U.R.S.S.

Atualmente, Cuba tenta melhorar sua economia criando zonas francas e investindo no turismo. A visita do Papa João Paulo II a Cuba, em 1998 serviu para melhorar a imagem de Cuba em relação aos E.U.A. e ao Mundo Capitalista.
Recursos Naturais.
Cuba tem um solo fértil e grandes depósitos minerais. O melhor solo fica no centro da ilha, onde os agricultores plantam frutas cítricas, arroz, cana-de-açúcar, verduras e legumes.

A mineração é uma indústria em crescimento no país. Todas as minas e reservas minerais são de propriedade do governo. O barro vermelho, encontrado em todo o país, é empregado no fabrico de tijolos, telhas e manilhas. Uma das maiores reservas de minério de níquel do mundo é encontrada no nordeste de Cuba. O país também possui grandes depósitos de pedra calcária. usada no fabrico de cimento e de fertilizantes. Outros minerais encontrados em Cuba são a cromita, o ferro e o manganês.

Agricultura
O governo controla todo o setor agrícola. Dirige muitas grandes
fazendas estatais, onde os agricultores recebem salários do governo. Muitas dessas fazendas eram estâncias de propriedade de companhias norte-americanas, até que o governo de Castro tornou-as estatais entre 1959 e 1960. Os fazendeiros que retêm propriedades agrícolas privadas recebem auxílio financeiro do Estado e vendem suas colheitas ao governo. Essas fazendas não podem ter mais de 67ha.

Há muito tempo a cana-de-açúcar é o principal produto agrícola de Cuba. É cultivada em toda a ilha, mas as maiores plantações estão situadas na região leste de Cuba. O tabaco, o segundo mais importante produto agrícola da ilha, vem principalmente do distrito de Vuelta Abajo, no noroeste de Cuba. Entre outros produtos agrícolas estão a banana, frutas cítricas, café, abacaxi, arroz e legumes. A criação de gado vem crescendo em decorrência do programa agropecuário do governo.

Indústria
Antes da revolução de Castro, as companhias norte-americanas eram proprietárias de quase todas as indústrias cubanas, e a maior parte da maquinaria das fábricas e da matéria-prima vinha de fornecedores dos E.U.A. Em 1960, o governo estatizou todas as indústrias de propriedade norte-americana. Os E.U.A. então romperam relações diplomáticas e comerciais com o governo cubano, em 1961. Desde então, o país vem dependendo da U.R.S.S. e de outras nações para suprir as necessidades de sua indústria.

Na década de 1960, houve uma queda na produção das duas mais importantes indústrias de Cuba: a refinação de açúcar e a manufatura de tecidos. Mas a produção de cimento, implementos agrícolas, fertilizantes e peças de maquinaria aumentou. Outras mercadorias importantes de fabricação cubana são o rum e os produtos derivados do tabaco. Desde a revolução de 1959, mais de 350 represas foram construídas para irrigação e energia elétrica. Também foram construídas novas usinas de açúcar. Atualmente, as principais indústrias cubanas são: alimentícias, tabaco, maquinaria e química.

Pesca
A indústria pesqueira de Cuba está crescendo rapidamente. Mais de 350 barcos compõem a frota pesqueira de propriedade do Estado. O governo também organizou
cooperativas de pesca, nas quais os associados têm participação nos lucros. Os mais importantes portos de pesca de Cuba são os de Caibarién, Cienfuegos e Havana mais de 90 mil toneladas são pescadas todos os anos.

Comércio
As importações de Cuba ainda excedem suas exportações. Desde o início da década de 1960 até à época da redução do apoio sovético à Cuba iniciado no governo Gorbatchev, a U.R.S.S. emprestava à Cuba mais de 350 milhões de dólares por ano para que o país enfrentasse o desequilíbrio entre suas importações e exportações.

As maiores exportações de Cuba são de açúcar e de minério de níquel. O país também exporta rum e tabaco e seus derivados. As maiores importações de Cuba são maquinaria, petróleo e seus derivados. Os principais parceiros comerciais de Cuba atualmente são: México, Canadá, Reino Unido, China, Alemanha e Itália.

Transporte e Comunicação
Cuba tem mais de 13 mil quilômetros de estradas, sendo que a principal, a rodovia Central, tem 1.136km de extensão, indo de Pinar del Rio a Santiago de Cuba.

O país possui mais de 17.700km de estradas de ferro, mas cerca de 65% delas consistem apenas em pequenos ramais que ligam as usinas de açúcar às linhas principais. A linha aérea do Estado, a Cubana, voa por todo o país e ainda faz alguns vôos internacionais. O aeroporto internacional José Martí é o maior do país.

O telégrafo e as linhas telefônicas ligam as principais cidades cubanas. Há carência de telefones particulares, mas o governo instalou postos telefônicos gratuitos em muitas cidades.

História
Os Primórdios
Cristóvão Colombo descobriu Cuba em 1492 e reivindicou-a para a Espanha. Em 1511, chegaram os primeiros colonizadores espanhóis e logo Cuba tornou-se uma das mais prósperas colônias das Antilhas. Muitos colonizadores dedicaram-se à agricultura. Criaram grandes plantações de açúcar e de tabaco, forçando os índios nativos a trabalhar nos campos. Muitos desses índios morreram devido a doenças e maus tratos. Quando a população indígena começou a diminuir, os espanhóis passaram a importar escravos africanos. A primeira leva de escravos negros chegou a Cuba em 1517.

De meados do séc. XVI até o final do séc. XVIII, foi lento o desenvolvimento de Cuba. O litoral era freqüentemente assolado por piratas e muitos colonos foram para a América do Sul.

No final do séc. XVIII, Cuba prosperou outra vez. Havana tornou-se um centro de comércio na medida em que seu porto se transformou em estaleiro e base naval. A produção de açúcar e de tabaco aumentou, e Cuba começou a vender seus produtos às colônias britânicas da América do Norte.

Os donos das plantações de Cuba aumentavam cada vez mais sua importação de escravos africanos no final do séc. XVIII e início do séc. XIX. Muitos fazendeiros tratavam seus escravos brutalmente. Em 1812, um grupo de escravos, chefiados por José Antônio Aponte, planejou um levante, mas os espanhóis descobriram o plano e enforcaram Aponte e seus seguidores.

A Luta Contra a Espanha
Durante o séc. XIX, vários grupos de cubanos planejaram revoltas contra o domínio espanhol em seu país. Em 1821, José Francisco Lemus organizou o primeiro movimento revolucionário importante, mas este foi derrotado em 1826. Aproximadamente na mesma época. Simón Bolívar, general sul-americano, e vários líderes mexicanos organizaram um exército para invadir Cuba e Porto Rico, e libertá-los do domínio espanhol. Os E.U.A. declararam que apoiariam a Espanha contra os invasores, de modo que os líderes militares desistiram de seus planos.

Em meados do séc. XIX, alguns cubanos e norte americanos apoiaram um movimento para anexar Cuba aos E.U.A. Em 1844 ocorreu uma revolta de escravos em Cuba. Os donos de escravos de Cuba e dos E.U.A., temendo que a Espanha acabasse com a escravatura em Cuba, deram apoio ao movimento de anexação. Outros grupos em Cuba e nos E.U.A. eram a favor do domínio dos norte-americanos em Cuba por razões econômicas e militares. Os E.U.A. fizeram várias ofertas para comprar Cuba, mas a Espanha recusou-as.

A luta de Cuba contra o domínio espanhol levou à Guerra dos Dez Anos. Em 1868, Carlos de Céspedes, um próspero fazendeiro, liderou um grupo revolucionário que exigia a independência do país e a abolição da escravatura. A Espanha rejeitou as solicitações do grupo e seguiu-se a luta. A guerra terminou com a assinatura do Pacto de Zanjón, em 1878. Este tratado prometia a abolição gradual da escravatura e reformas políticas.

Em 1886, foi abolida a escravatura em Cuba, mas muitos cubanos ainda desejavam a independência de seu país. Uma revolução, liderada por José Martí, foi deflagrada em 1895. Milhares de cubanos morreram na luta. Mas, em 1898, a Espanha só tinha sob seu domínio algumas cidades importantes da costa.

O presidente William McKinley, dos E.U.A., achava que a luta na ilha ameaçava interesses norte-americanos. Assim, comunicou ao governo espanhol que ou a Espanha esmagava a revolução ou abria mão de Cuba. Em fevereiro de 1898, o navio de guerra norte-americano
Maine, que fora enviado a Havana para proteger os norte-americanos que estavam em Cuba, explodiu misteriosamente. Os E.U.A. culparam a Espanha pela explosão e, em abril, declararam guerra à Espanha. Por essa razão, a luta de Cuba pela independência tornou-se conhecida como Guerra Hispano-Americana. Em agosto, os espanhóis renderam-se. De acordo com o Tratado de Paris, assinado em 10 de dezembro, a Espanha abriu mão de seus direitos sobre a ilha, e os E.U.A. estabeleceram um governo militar em Cuba. A presença de forças dos E.U.A. enfureceu muitos cubanos e norte-americanos.

Governo dos Estados Unidos da América
Cuba experimentou algum desenvolvimento sob o governo militar dos E.U.A. O general Leonard Wood governou Cuba de 1899 a 1902. Deu início a um importante programa de obras públicas.

Durante anos, Cuba fora assolada por uma moléstia terrível: a febre amarela. Em 1881, Carlos Finlay, um médico cubano, declarou que a doença era transmitida por mosquitos. Em 1900, uma comissão do exército norte-americano em Cuba provou que Finlay estava certo, e teve início uma campanha para eliminação dos mosquitos e erradicação da moléstia.

Havia, porém, forte pressão do povo cubano no sentido de sua independência imediata. Em 1901, foi aprovada uma constituição à qual era anexada - por insistência dos E.U.A. - a emenda Platt. Essa emenda limitava a independência de Cuba, permitindo que os E.U.A. interferissem em seus negócios. A emenda permitia também que os norte-americanos adquirissem ou arrendassem território cubano para instalação de bases navais. Em 1903, um tratado assinado entre Cuba e os E.U.A. dava aos norte-americanos o direito de uso permanente da baía de Guantánamo, onde os E U.A. iniciaram a construção de uma enorme base naval.

Em 1902, o povo cubano elegeu Tomás Estrada Palma como primeiro presidente da República de Cuba, e as tropas norte-americanas deixaram o país. Mas retornaram em 1906, quando uma crise política de oposição ao governo de Palma transformou-se em rebelião. Seguiu-se uma administração norte-americana, de caráter misto - civil e militar -, liderada por Charles E. Magoon, que governou Cuba de 1906 a 1909.

A Segunda República. Em 1909, após a retirada das tropas norte-americanas, inaugurou-se em Cuba uma nova fase republicana. Mas o novo governo pouco fez em favor das classes menos favorecidas. Em 1912, houve um levante de negros. Em 1917, uma revolta dos trabalhadores ameaçou destruir as usinas de açúcar. Empresas norte-americanas eram proprietárias de muitas usinas, plantações e outros negócios em Cuba. Em ambos os conflitos, os E.U.A. enviaram tropas para proteger suas propriedades.

Em 1924, o povo cubano elegeu Gerardo Machado para presidente. Durante sua campanha, Machado atacara a emenda Platt e prometera reformas radicais. Mas, após eleger-se, Machado governou como ditador. Em julho de 1933, uma revolta armada forçou Machado a renunciar à presidência. Dois meses mais tarde, um sargento do Exército, Fulgencio Batista, e um grupo de estudantes e professores universitários derrubaram o novo governo. Nomearam uma comissão de cinco membros, encabeçada por Ramón Grau San Martín, para governar o país.
 O governo de Grau San Martín pretendia reduzir a influencia dos E.U.A. em Cuba e fazer mudanças de longo alcance. Os E.U.A. consideraram excessivos os projetos cubanos e recusaram-se a apoiar o novo governo.

A Era de Batista
Batista sentiu que a melhor maneira de chegar ao poder era obter o apoio dos E.U.A. Em 1934 depôs Grau San Martín da presidência. Até 1940, Batista governou Cuba como ditador através de presidentes que eram chefes do governo apenas na aparência. Os E.U.A. apoiaram o governo de Batista. Em 1934, E.U.A. e Cuba assinaram um tratado que cancelava a emenda Platt exceto no que dizia respeito ao arrendamento da baía de Guantánamo.

Em 1940, os cubanos adotaram uma nova constituição e elegeram Batista para presidente. A Constituição impedia que Batista se candidatasse à reeleição em 1944, e Grau San Martín voltou a ser presidente. Foi sucedido, em 1948 por Carlos Prío Socarrás.

Em 1952, Batista derrubou o governo de Prío e tornou-se ditador mais uma vez. O governo Batista promoveu o desenvolvimento da indústria leve e incentivou as companhias estrangeiras a instalarem seus negócios em Cuba. Batista também criou serviços públicos muito necessários. Mas a maioria dos cubanos continuava a viver na pobreza.

A Revolução de Castro
Em 26 de julho de 1953, Fidel Castro, um jovem advogado, tentou derrubar Batista pelas armas, atacando a fortaleza de Moncada, em Santiago de Cuba. Castro e muitos de seus companheiros foram capturados e presos. Quando Castro foi solto, em 1955, dirigiu-se para o México. Lá, organizou o
Movimento de 26 de Julho, um grupo de revoltosos que recebeu este nome em homenagem ao primeiro ataque realizado por Castro. Em dezembro de 1956, o pequeno grupo de Castro invadiu Cuba. Quase todos morreram logo, mas Castro e 11 outros escaparam e refugiaram-se na serra Maestra, onde organizaram um grupo de guerrilheiros com o propósito de realizar ataques de surpresa contra as forças de Batista.

Em 1957, os rebeldes de Castro começaram a atacar forças do Exército, explodir pontes e vias férreas. As tentativas do governo para sufocar a rebelião fizeram aumentar o apoio do povo aos rebeldes. Em meados de 1958, os cubanos não mais confiavam no governo de Batista. Em 1.° de janeiro de 1959, Batista fugiu do país, e as forças de Castro tomaram o governo. Posteriormente, Castro tornou-se primeiro-ministro de Cuba e Manuel Urrutia foi nomeado presidente. Os líderes revolucionários desmantelaram a estrutura política e militar do governo de Batista. Muitos políticos e oficiais do Exército do antigo regime foram julgados e executados.

Relações com os Estados Unidos da América. A princípio, os E.U.A. apoiaram o governo de Castro mas os líderes revolucionários não aceitaram esse apoio. Em 1959 e 1960, o governo cubano nacionalizou as plantações de açúcar e fazendas de criação de gado que até então eram de propriedade de cidadãos norte-americanos. Com isso as relações entre os dois países deterioraram-se sensivelmente.

Imediatamente após a revolução, muitos cubanos que eram contrários a Castro deixaram o país. Grande parte deles mudou-se para os E.U.A. No final de 1959, um grupo desses exilados fretou aviões norte-americanos e voou sobre Cuba, jogando panfletos contra Castro e pequenas bombas incendiárias. Os líderes cubanos criticaram os E.U.A. por não impedir esses vôos. O governo de Castro tornou-se ainda mais hostil em relação ao governo norte-americano quando nações da Europa ocidental, sob pressão dos E.U.A., recusaram-se a vender armas a Cuba. Os cubanos voltaram-se então para a U.R.S.S., em busca de ajuda econômica e militar. Em fevereiro de 1960, os dois países assinaram o primeiro acordo comercial.

Em junho de 1960, o governo de Castro nacionalizou também as refinarias de petróleo norte-americanas existentes em Cuba. Os E.U.A. cessaram de comprar açúcar cubano. Em represália, Castro tornou propriedade do Estado as companhias norte-americanas que ainda restavam em Cuba. Em janeiro de 1961, os E.U.A. romperam relações diplomáticas com Cuba.

A Invasão da Baía dos Porcos
Em abril de 1961, exilados cubanos invadiram a ilha na baía dos Porcos, no litoral sul. Haviam recebido a promessa dos E.U.A. de ação militar direta, inclusive cobertura aérea, para garantir o sucesso da invasão. O presidente John F. Kennedy aprovara a invasão, mas recusara-se a enviar ajuda militar. As forças de Castro esmagaram a invasão e capturaram quase todos os exilados. Posteriormente, seu governo libertou muitos dos exilados capturados, deixando-os voltar para os E.U.A., em troca de suprimentos não-militares.

A Crise Cubana dos Mísseis
Em 1962, os líderes cubanos estavam convencidos de que os E.U.A. planejavam um ataque a Cuba. Solicitaram então maior ajuda militar à U.R.S.S. Os soviéticos atenderam à solicitação cubana enviando mísseis e material para a construção de estações de lançamento. Em outubro, os E.U.A. tomaram conhecimento de que Cuba possuía bases de mísseis que podiam realizar ataques nucleares a cidades norte-americanas. O presidente Kennedy ordenou um bloqueio naval para sustar o envio de armas e exigiu que a U.R.S.S. removesse mísseis e bases de Cuba. Durante vários dias, o mundo esteve à beira da guerra nuclear. Finalmente, a U.R.S.S. atendeu as solicitações de Kennedy em troca de uma promessa dos E.U.A de não atacar Cuba. A U.R.S.S. removeu as armas sob protesto de Castro.
Cuba Atual.
Em 1970, autoridades norte-americanas acusaram a U.R.S.S. de estar construindo uma base de submarinos em Cuba que poderia colocar em perigo a segurança norte-americana. A U.R.S.S. negou a acusação, e as autoridades norte-americanas não ofereceram provas cabais para apoiar as acusações.

Castro tentou espalhar a revolução pela América Latina e deu ajuda militar a grupos de guerrilheiros em vários países latino-americanos. Mas as guerrilhas não foram bem sucedidas. Che Guevara, um dos líderes da revolução de Castro, foi morto numa operação de guerrilha na Bolívia em 1967. Desde então, o governo cubano vem diminuindo a ajuda militar aos grupos de guerrilheiros. Em 1975, Cuba enviou tropas a Angola, na África, para ajudar o partido do presidente Agostinho Neto, M.P.L.A., a consolidar a independência do país.

Em fevereiro de 1976, o povo cubano foi às urnas para adotar uma nova constituição. Desde 1959, o país havia sido governado por um Conselho de Ministros encabeçado por Fidel Castro como primeiro-ministro. O conselho governava por
decreto. A Constituição de 1976 criou uma Assembléia Nacional para fazer as leis e um Conselho de Estado, cujo presidente seria o chefe de Estado. A Constituição entrou em vigor no final de 1976, quando Castro foi nomeado presidente do Conselho de Estado.

Vários países latino-americanos reataram relações com Cuba após a permissão da O.E.A. em 1975. Em 1979, Havana foi sede da VI Conferência dos Países Não-Alinhados.

Após a enorme ajuda soviética à ilha de Fidel, no início da década de 80, claros sinais de decadência econômica estremeceram a situação interna cubana, principalmente devido à queda do fornecimento de petróleo por parte da União Soviética, vital para sua economia. O governo cubano foi obrigado, então, a adotar medidas de reaproximação com os países capitalistas, sobretudo através dos investimentos relacionados ao turismo e à entrada de capital estrangeiro no país.

Após a crise iniciada em 1985, com o governo de Mikhail Gorbachev, Cuba foi obrigada a realizar reformas políticas e econômicas como as que ocorreram na ex-U.R.S.S. Em 1991, os E.U.A. intensificaram o radical embargo a Cuba, piorando mais ainda a situação interna, já que a ajuda da ex-U.R.S.S. diminuíra claramente. Na atualidade, Cuba promove uma política econômica de participação externa em diversos setores e tenta uma reaproximação com os principais países capitalistas, inclusive os E.U.A. Fidel Castro vem demonstrando uma política mais liberal, mesmo mantendo os critérios básicos de sua política interna.

Para atrair o capital estrangeiro e conquistar credibilidade no comércio internacional, Fidel Castro abriu as portas da economia cubana. As medidas adotadas no país como isenção de impostos, mão-de-obra e mercado consumidor garantidos têm atraído investidores de todo o mundo e mudado a visão dos outros países em relação à Cuba.

O PAÍS EM RESUMO
Capital:
Havana
Língua Oficial:
Espanhol
Forma de Governo: República socialista
Área:
110.922km². Maiores Distâncias - noroeste-sudeste, 1.221km; norte-sul, 217km. Litoral - 3.380km.z
Relevo:
Ponto Culminante - pico Turquino, 1.994m. Ponto Mais Baixo - nível do mar.
População:
11.100.000 hab.; densidade, com mais ou menos 100 hab /km².
Principais Produtos: Agropecuária - abacaxi, café, cana-de-açúcar, frutas cítricas, gado, tabaco, verduras. Indústria - açúcar refinado, charutos, cigarros, cimento, fertilizantes, rum, tecidos. Mineração - cromita, ferro, manganês, níquel, pedra calcária.
Hino Nacional:
"La Bayamesa "
Data Nacional:
Dia 26 de julho, em comemoração ao ataque de Fidel Castro à fortaleza de Moncada.
Moeda:
Unidade Básica - peso cubano.

 
 

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                                              Atualizada em: 09/02/2008

 

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